Meu chazinho salvador da garganta

Depois de um longo histórico de antibiótico mais de duas vezes por ano comecei um esforço para evitar a amidalite e sinusite a qualquer custo. No inverno seco de São Paulo a situação se complica um pouco, mas faço esse chá sempre que começo a ficar com o nariz entupido ou a garganta pegando e já estou no segundo ano sem febre e toneladas de remédios.

A canela age contra fungos e bactérias e é indicada para combater inflamação da garganta.

O limão tem muita vitamina C, que ajuda a curar e prevenir gripes, e propriedades antibacterianas.

O gengibre é bom para combater infecções e aliviar dores.

O anis estrelado tem ação expectorante, espasmódica, carminativa, estomática e antisséptica, sendo indicado contra tosse e bronquite.

O cravo tem propriedades antissépticas, anti-inflamatórias e expectorantes e alivia a tosse.

O mel é anti-inflamatório e alivia a tosse.

Sempre dou uma de vovózinha recomendando esse chá por aí e ultimamente algumas pessoas que experimentaram têm falado que ele é delicioso, então resolvi postar.

Ingredientes:

2 paus de canela grandes

3 limões (bem lavados)

Um pedaço bem grande de gengibre

Um punhado de cravos

4 anis estrelados

Mel a gosto

Modo de preparo:

Corte um limão em fatias e esprema o suco dos outros dois. Descasque e pique o gengibre. Coloque em uma panela pequena ou leiteira: canela, limão fatiado, gengibre, cravo e anis e complete com água (mais ou menos 1 litro para essa quantidade de ingredientes). Deixe ferver por cinco minutos após levantar fervura, então desligue o fogão e deixe descansar por pelo menos mais cinco minutos. Termine o chá acrescentando o suco de limão e bastante mel. Vá provando até achar a quantidade que mais te agrada. Eu coloco meio pote de mel para cada receita dessa.

 

Essa é a receita básica. Pode acrescentar outros ingredientes que você goste e que tenha a mão. Tem gente que costuma fazer com alho, eu pessoalmente não coloco por causa do gosto mesmo. Fica delicioso com abacaxi e eu já adicionei também equinácea e unha de gato.

Para quem é old school (ou bêbado) vale colocar uma dose de cachaça na caneca antes de servir o chá. Os veganos podem substituir o mel por melaço, xarope de agave ou açúcar de côco.

ALERTA!! Eu não tenho conhecimento técnico nenhum sobre saúde, e esse post jamais deve substituir o atendimento médico adequado. Isso é apenas uma receita de chá com ingredientes que podem ser encontrados em qualquer cozinha e que sabidamente ajudam a combater sintomas de gripes, resfriados e dor de garganta. Se estiver com sintomas persistentes e principalmente febre procure um médico imediatamente.

Bar do Pescador

Vou inaugurar os reviews de bares e restaurantes com o meu boteco do coração<3.

O Bar do Pescador tem todas as qualidades que eu busco para minhas saídas cotidianas: Cerveja boa por um precinho bem amigo, comidas bem feitas também baratas, fácil acesso por ônibus e metrô e zero de afetação. Não consigo nem contar quantos pints eu já tomei nessas mesas.

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Eles servem chope Dama, sempre tem 5 estilo que variam de uma semana para outra. O meu preferido é o American Lager: levinha pra aguentar tomar bastante e no calor, mas com cítrico bem pronunciado e aquele toque amargo maravilhoso de uma cerveja belamente lupulada. Um ótimo exemplo de lager de qualidade. Também servem uma boa variedade de cervejas especiais mas eu sempre fico no chope pelo custo benefício imbatível.

A melhor parte desse logradouro é a promoção de chope em dobro, que rola de terça a sábado das 16:00 às 23:59 e domingo das 19:00 às 03:00. Com certeza a melhor promoção de happy hour do mundo!

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No dia que eu tirei essas fotos comemos em 3 pessoas uma porção de calabresa que tava gostosa, vem com pãozinho fresco e custou R$ 22,00. Outras porções que já experimentei foram a de contra-filé (R$ 26,00) e da batata frita (R$ 20,00), todas são gigaaaantes e bem feitinhas. Também já comi muito misto quente (R$ 10,00) que é sucesso, no pão francês fresco e bem montado. Os salgados enormes saem por R$ 4,00. Nunca experimentei mas vários amigos comem e o feedback é que também são bons.

O ambiente não é nada demais, um boteco simples, mas com cerveja boa e petiscos bons com esse preço quer mais o que né? Com 30 reais dá pra tomar um litro de chope bom e ainda comer um salgado!

O bar fica na rua Augusta, 946 (um pouco abaixo da Peixoto Gomide) Veja a página do Facebook deles aqui.

Recomendadíssimo!!!

(fotos minhas e da página deles)

Cookies de chocolate meio amargo com castanha do pará e côco

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A receita de sexta-feira tarda mas não falha!

Essa receita de cookies está na minha vida a mais de quinze anos. É uma receita de família (embora não seja da minha família) que eu copiei de um caderninho amarelado e escrito a mão, com a devida autorização da dona, é claro! Enfim, já fiz essa receita milhares de vezes, já levei pra festas, já dei de presente e inclusive vendo esses cookies por encomenda. Estou postando aqui porque sou a favor de compartilhar todas as receitas.

Ingredientes:

330 gr de farinha de trigo

1 col. chá de bicarbonato de sódio

1 col. chá de sal

150 gr de manteiga sem sal

150 gr de açúcar

130 gr de açúcar mascavo

1 col. chá de extrato de baunilha

2 ovos

500 gr de gotas de chocolate meio amargo (ou chocolate picado)

135 gr de castanha do pará picada

50 gr de côco ralado grosso

Modo de preparo:

Bater os ovos com o açúcar e acrescentar a manteiga e a baunilha. Juntar os outros ingredientes secos peneirados. Acrescentar o chocolate, a castanha e o côco sem bate (misturar com uma colher ou espátula. Colocar as colheradas numa forma forrada com papel manteiga, deixando espaço pois a massa se espalha. Assar no forno pré aquecido a 230 graus centígrados por 12 a 15 minutos. Retirar do papel manteiga com uma espátula, deixar esfriar completamente e guardar em pote bem fechado por até 10 dias.

Dicas:

Ovos e manteiga devem estar em temperatura ambiente.

Mais tempo = cookie mais crocante / menos tempo = cookie mais macio

Quando quentes eles ficam moles então cuidado para não assar demais.

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O segredo desse cookie é usar ingredientes de qualidade e muito chocolate e ficar atento ao ponto. Essa receita é a completa com todas minhas dicas e segredos. Tem gente que mesmo com todas essas informações fala que o cookie não fica a mesma coisa, que o meu é melhor. A única explicação é que eu tenho anos de teste com essa receita e sempre faço com o maior amor e carinho. De qualquer forma para quem quiser que eu faça é só encomendar comigo!

 

Experiência #1: Invenção da Paisagem

A Lubie une comida, arte e pessoas criativas. A elaboração de um espaço-tempo múltiplo para ser vivenciado com inteireza. Propomos que a experiência gastronômica seja também estética. Não só estimule atos de consumir e contemplar mas engaje todos os modos de percepção do corpo, inclusive seus afetos, memória e pulsação intuitiva. Nosso projeto é sobretudo um lugar de encontro e reinvenção do cotidiano.
Por isso trouxemos ao nosso público Experiências Lubie. São eventos em que criamos com carinho um diálogo entre comida e arte. Experiência #1 traz o tema da ‘Invenção da Paisagem’: A partir dos trabalhos em pintura e fotografia da artista convidada Alessandra Duarte elaboramos um cardápio que dialoga com seus conceitos de textura, cor e utopias da modernidade. O jantar explora a invenção de pratos representativos de São Paulo, cidade de origem e fonte de inspiração da artista. Junte-se a nós nessa experiência! Conheça Lubie!

A Experiência inclui:
– Exposição de obras e conversa com a artista Alessandra Duarte em uma casa maravilhosa na Vila Mariana
– Jantar de cinco tempos
– Bebidas não alcoólicas

Pacote de coquetéis:
– 4 coquetéis preparados com bebidas premium para acompanhar o jantar

Valores:
Experiência- R$ 130,00 por pessoa
Pacote de coquetéis- R$ 70,00 por pessoa

São apenas 20 pessoas, garanta seu lugar antes que acabe!

Para comprar seu ingresso ou esclarescer qualquer dúvida mande um e-mail para leonora@lubie.com.br

Bolinho de grão de bico com curry

Nessa sexta-feira trago para vocês uma receita vegan e deliciosa.

Ingredientes:

430 gr de grão de bico cozido

20 gr de cebolinha picada grosseiramente

100ml de leite de côco

2 col. chá de melado

1/3 xícara de farinha de rosca (mais o necessário para empanar)

2 col. chá de curry em pó

1 col. chá de coentro em pó

130 gramas de arroz integral cozido

Sal a gosto

Azeite ou óleo a gosto pra fritar os bolinhos

Modo de preparo:

Começo esclarecendo que o arroz e o grão de bico devem ser pesados depois de cozidos. No meu caso eu já aproveitei para deixar de molho e cozinhar uma quantidade maior de grão de bico e congelei o que não utilizei para temperar e finalizar depois.

Coloque o grão de bico cozido e as cebolinhas no processador e bata até misturar. Meu processador era muito pequeno então tive dificuldade e acabei batendo demais. Recomendo colocar aos poucos e bater pouco para que a massa fique mais leve. Coloque esta mistura numa tigela e adicione o leite de côco, o melado, 1/3 de xícara de farinha de rosca, o curry e o coentro em pó. Misture até ficar homogêneo. Acrescente o arroz integral cozido e o sal.  Forme bolinhos achatados um pouco menor do que a palma da mão, com mais ou menos um dedo de altura e vá passando na farinha de rosca.

Frite os bolinhos numa frigideira aquecida em fogo médio com um fio de óleo. Deixe dourar de uma lado e depois vire e repita, cerca de 7 minutos para cada lado. Pode colocar vários ao mesmo tempo, só não encha demais a panela para não desmontar os bolinhos.

Nesse caso eu servi os bolinhos acompanhados de brócolis assado pelo mesmo processo desse post da couve-flor mas temperei apenas com sal. Senti falta de algum molho para acompanhar, acho que um vinagrete ficaria perfeito. Rende cerca de 12 bolinhos.

Panqueca de abobrinha com queijo de cabra e páprica

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Um prato que eu fiz na véspera do mercado pra usar os ingredientes remanescentes na geladeira, mas com resultado maravilhoso que me fez incluir os ingredientes na lista pra repetir na próxima semana.

Rale a abobrinha no lado mais grosso do ralador, coloque um pouco de sal e deixe num escorredor com um peso em cima por cerca de 40 minutos para tirar o excesso de água. Esse passo não é obrigatório mas contribui muito para o bom resultado da preparação. Coloquei um pote com uma garrafa de água como peso pra mostrar que qualquer coisa serve desde que faça pressão sobre a abobrinha. Utilizei duas abobrinhas pois era o que eu tinha, também funciona com uma abobrinha e uma cebola ou cenoura.

Em seguida adicione aos vegetais um ovo, 4 colheres de sopa de farinha, sal e pimenta do reino. Misture bem até formar a massa.

Aqueça uma frigideira antiaderente pequena, coloque uma colher de sopa generosa de massa, espalhe formando a panqueca. Asse até dourar dos dois lados, cerca de 10 minutos. Repita o processo com o restante da massa e reserve.

O molho/recheio é ridiculamente simples: Refogue uma cebola picada com um fio de azeite até ficar macia, acrescente páprica, um pouco de creme de leite fresco e queijo boursin e acerte o sal. Pode trocar o boursin por ricota ou cottage e acrescentar outros ingredientes como salsinha, brócolis, cogumelos ou frango desfiado.

Essa panqueca não é enrolável porque os vegetais ralados deixam ela mais grossa e pedaçuda, então o melhor é montar uma torre intercalando a massa com camadas de molho/recheio. Ficou faltando um verdinho pra decorar meu prato mas não tinha mais erva fresca na geladeira (boa hora pra lembrar do plano de plantar uma horta na varanda). Sirva com uma salada verde pra uma refeição leve. Apenas as panquecas sem o molho é um ótimo acompanhamento para outros pratos.

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Frango com molho de gorgonzola

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Preparei essa receita para um jantar com a família e o sucesso foi estrondoso por isso resolvi dividir aqui com vocês. Como sempre é uma receita bem simples, eu raramente faço preparações muito elaboradas pra ser sincera, acho mais importante ter uma comidinha gostosa à mesa do que performar malabarismos gastronômicos.

Ingredientes:

500 gramas de peito de frango

170 gramas de que queijo gorgonzola

200 ml de creme de leite fresco

1 cebola picada

1 dente de alho picado ou espremido

Azeite (ou óleo), tomilho, salsinha, sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo:

Corte o frango em tiras médias e tempere com tomilho (usei o seco porque era o que tinha disponível, mas fresco é melhor ainda), alho, sal e pimenta do reino. Deixe descansar na geladeira com esse tempero por cerca de uma hora.

Aqueça bem uma frigideira com um fio de azeite ou óleo e sele os pedaços de frango em fogo alto: você deve colocar a proteína aos poucos, a intenção é dourar o frango sem se preocupar com cozinhar completamente. Para essa quantidade dividi em 4 vezes. Vá selando e reservando os pedaços num refratário.

Em seguida vamos ao molho- Na mesma frigideira coloque mais um pouco de azeite e a cebola e refogue em fogo baixo até ficar macia. Acrescente o gorgonzola e o creme de leite fresco. Volte o frango para a frigideira e mantenha em fogo baixo mexendo delicadamente por cerca de 10 minutos para apurar um pouco o molho e terminar a cocção do frango. Acerte o sal e a pimenta do reino. Finalize com salsinha picada pra dar um verdinho bonito pro prato.wp-image-940041439

Sirva com arroz de brócolis e farinha torrada, com purê de batata e legumes salteados ou com pão fresco como petisco e receba os elogios. =)

Sugestão de harmonização – Brooklyn Post Road Pumpkin Ale
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Arroz (ou cuscuz) de couve-flor

Não sou paleo, nem low carb. Não sou raw, nem gluten free, nem detox. Também não sou vegana, ainda estou dando os primeiros passos pra reduzir o consumo de produtos animais, começando pela introdução de outras opções.

Gosto de comer de tudo e tenho curiosidade de experimentar receitas de todos esses nichos muito mais pelas vantagens gastronômica do que pelas nutricionais, por isso resolvi testar essa idéia do arroz de couve-flor, amplamente utilizado para substituir o carboidrato em diversas dietas.

O passo a passo é bem simples: Lave a couve-flor, rale ou passe por um processador de alimentos para obter pedacinhos bem pequenos e refogue na frigideira com azeite e sal por cerca de 10 minutos. Nessa primeira experiência não adicionei vegetais e temperos porque queria justamente analisar o sabor e textura.

Gostei bastante do resultado que substitui bem o arroz ou cuscuz pra acompanhar cozidos e outros pratos mas tem um sabor claro de couve-flor então talvez não funcione para quem não aprecia o vegetal.

Testarei receitas mais elaboradas e volto pra contar o resultado, enquanto isso algumas sugestões:

  • Com coentro e limão
  • Com alho e limão
  • Com cebola, abobrinha e pimentão picadinhos
  • Um tabule adicionando tomate, cebola, limão, salsa e hortelã picados depois de tirar a couve-flor do fogo.
  • Com cogumelos salteados
  • Com cenoura picada, ervilha e milho.

Rosbife

20170728_104432Uma receita de rosbife de miolo de alcatra que é simples de preparar e ótima opção para servir em festas e jantares. Impressiona os convidados e pode ficar pronto com antecedência sem a necessidade de aquecer na hora de servir.

Utilizei esse corte porque já tinha a carne no freezer cortada e amarradinha pra manter o formato, mas a receita também pode ser feita com filet mignon ou lagarto cortados em uma peça cilíndrica de cerca de um quilo e meio (também conhecido como aquele corte tradicional de rosbife).

Comece picando bem os temperos: nesse caso eu utilizei pimenta do reino, alecrim e tomilho secos, um pouquinho de pimenta síria e sal, mas você pode utilizar qualquer combinação de especiarias e temperos mais sequinhos.

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Em seguida seque a peça de rosbife com um papel toalha e cubra com o tempero, espalhando uniformemente por toda a carne.

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É importante secar a peça e usar marinada seca para possibilitar a selagem da carne e formação de uma crosta torradinha bem bonita e saborosa.

Pré aqueça o forno a 220 graus.

O próximo passo é justamente a selagem: Você vai aquecer uma frigideira de fundo grosso com um pouco de óleo ou azeite até sair aquela fumacinha e dourar bem a carne, de todos os lados, em fogo alto. Sem ficar com timidez nessa hora porque é essa crosta dourada que vai dar sabor pro seu rosbife. Não manipule a carne com garfo pois os furos fazem a carne perder líquido, o que pode deixar a carne ressecada.

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Enquanto esse processo se desenrola, pique uma cebola em fatias, distribua no centro de uma assadeira e regue com um pouquinho de azeite, formando uma base que evita que a carne grude na panela e facilita a preparação do molho.

Quando seu rosbife já estiver bem dourado como esse aqui da foto, arrume ele na assadeira e coloque no forno. Asse por 10 a 15 minutos para terminar a cocção. Menos tempo pra quem prefere mais mal passado, mais pra quem gosta de bem passado. De qualquer forma o rosbife tem que ser rosado então eu recomendo ficar nos 12 a 13 minutos e nunca, de jeito de nenhum, ultrapassar esse limite de 15. As carnes utilizadas pra essa receita são sempre magras e se você assar demais vai ficar uma coisa seca e impossível de comer.

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Agora que o rosbife está pronto, tire ele da assadeira pra descansar e faça um molhinho: Coloque as cebolas numa frigideira em fogo baixo com mais um pouco de azeite e uma colher de sopa de farinha de trigo. Quando estiver incorporada vá acrescentando vinho aos poucos e mexendo e deixe no fogo até que a farinha esteja cozida. Bata esse molho no liquidificador ou mixer pra triturar as cebolas, tempere com alecrim picado e acerte o sal. Se você quiser um molho mais encorpado dá pra finalizar com um pouco de creme de leite fresco. Não tenho foto do molho porque eu esqueci de fazer, não vou mentir pra você. Prometo que da próxima vez que eu assar um rosbife eu faço um post com o passo a passo do molho e coloco aqui.

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Mesmo se optar por não fazer molho o assado precisa descansar por pelo menos 10 minutos antes de ser fatiado. O rosbife pode ser servido como principal e as sobras são ótimas para sanduíches e saladas. Escolha os acompanhamentos de acordo com o clima: no calor uma salada de folhas e legumes é uma opção maravilhosa, já no frio eu prefiro servir com purê ou batata gratinada por exemplo.

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