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Além dos textos, resenhas e receitas aqui no blog, a Lubie realiza eventos que unem comida e arte numa experiência inovadora e maravilhosa. E em breve venderemos o melhor cookie do mundo e outras delícias.

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Obrigadinho ❤

Pain Perdu (Rabanada de brioche)

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Resolvi fazer rabanada para o café da manhã porque eu sempre fico morrendo de vontade quando vejo ela ali nos cardápios, mas ao mesmo tempo acho pesada demais para o momento da sobremesa. Nunca sobra espaço no meu estômago para encarar algo dessa magnitude.

Depois de pesquisar algumas receitas diferentes resolvi seguir pelo caminho francês, usando o brioche como base.

Corte um pedaço de brioche em duas fatias de cerca de dois centímetro de espessura e reserve. Misture com o garfo num prato fundo: 1 ovo, meia xícara de leite, uma colher de sopa de açúcar e uma gotinha de extrato de baunilha.

Coloque a fatia de brioche de molho por mais ou menos dois minutos de cada lado. Quando virar o pão, coloque no fogo médio uma frigideira com meia colher de sopa de manteiga.

O pão deve ficar bem molhado, a mistura de leite precisa chegar até o centro da rabanada pra conseguirmos aquela textura que parece quase um pudim.

Frite na manteiga dos dois lados até ficar bem douradinha.

Na maioria dos restaurantes ela é servida acompanhada por creme inglês e algum tipo de geléia, compota ou fruta cozida. Nesse aspecto minha abordagem foi para o lado da versão brasileira e servi polvilhada de açúcar. Eu estava sem canela em pó nesse dia mas também acompanha muito bem.

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Ici Brasserie

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O Ici Brasserie é uma casa da Cia. Tradicional de Comércio em parceria com Benny Novak e Renato Ades. Gosto dos empreendimentos da Cia. Tradicional porque eles sempre tem uma proposta muito clara, bem executada e consistente. Tenho as minhas preferidas mas indico com tranquilidade qualquer restaurante ou bar do grupo. Pode não ser aquela refeição que vai mudar toda a sua vida, mas tem um custo-benefício legal e comida bem feita.

Essa resenha, como a maioria das que virão, é um apanhado de algumas visitas que fiz nos últimos meses. Sempre que venho acabo tomando um chopp, normalmente o Ici 00. A casa tem esse enfoque nas cervejas com boas opções disponíveis.

Para começar, recomendo a porção de pastel de queijo raclete com cebola caramelisada (R$ 29,00) ou a Lulinhas panée (R$ 38,00), que nada mais é do que a boa lula à dorê.

Ambos são bem fritos, sequinhos, crocante e o bem saborosos.

Eu sempre peço de principal o Steak Frites (R$ 53,00) , o clássico filé com fritas que tem diversas opções de molho sempre servido à parte. Meu preferido é o de roquefort. No almoço durante a semana você ganha uma salada de entrada ou uma mousse ou fruta de sobremesa pedindo um prato principal.

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A carne é macia e saborosa, costumo pedir ao ponto pra mal e sempre veio correto. Sou fã dessas batatas fritas fininhas finas, crocantes e cortadas com a casca. O molho é também é bem gostoso, sabor pronunciado do queijo.

Outros pratos que eu já experimentei e recomendo são o hambúrguer e o atum selado com purê de wasabi.

Minha mãe me acompanhou em uma das visitas e escolheu um dos pratos do menu Bon Marché (R$ 44,00), que acompanha salada e mousse ou fruta (nesse caso abacaxi), polpetas au poivre com purê de batata, queijo de cabra e rúcula.

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Não provei o prato mas ela achou uma delícia. Me incomodou um pouco esse formato de trazer toda a comida junto, entendo que seja uma boa opção pra quem está em horário de almoço ou com o tempo apertado mas não faz sentido manter o serviço numa mesa onde nem todos optaram por esse menu, embora isso esteja indicado no cardápio.

Em uma das visitas comi de sobremesa a mousse que acompanha o prato no almoço durante a semana.

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A mousse é bem forte no chocolate e não muito doce, gosto bastante. Entendo que ela faz parte da promoção mas achei que ela estava meio triste, mal servida com essa borda suja.

Uma sobremesa que eu amo mas ainda não consegui fotografar (nem sempre consigo comer por causa do tamanho) são os profiteroles, com calda de chocolate quentinha colocada na mesa para não derreter em excesso o sorvete. Um clássico bem executado.

As unidades do Ici Brasserie costumam são do estilo amplo e animadão e quando o movimento está muito intenso acontece do serviço ficar um pouco lento. Costumo ir na unidade da Rua Bela Cintra, onde tirei estas fotos, porque é muito perto da casa da minha mãe mas já estive em outras e todas seguem o mesmo padrão de comida e serviço. É uma boa opção para grupos grandes e famílias, todo mundo acha uma opção que agrade entre os pratos oferecidos.

Apesar de algumas observações sigo recomendando a casa e voltando sempre.

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Site do restaurante aqui.

(todas as fotos do post são minhas)

 

Chips de Couve

Mais uma receitinha muito fácil e delícia.

Disclaimer: Eu estou num regime bem puxado, por isso tive que optar entre manter o blog parado ou publicar as preparações que eu consigo fazer sem furar a dieta. Isso significa que nas próximas semanas vai ter pouco carboidrato, pouca gordura e legumes abundantes.  Mesmo assim vai ser tudo gostoso, eu juro ; )

Esse chips de couve, por exemplo, parece que você tá comendo um salgadinho super tranqueira só que na verdade é salada.

Super simples de preparar: corte a couve lavada e seca em pedaços médios, jogue tudo numa tigela e tempere com azeite, sal e condimentos de sua preferência. Misture bem, distribua numa assadeira sem sobrepor os pedaços e asse em forno bem baixo por cerca de 10 minutos (até a couve ficar crocante).  Aí é só comer!!!

Dicas: Coloque o forno na temperatura mais baixa possível. – Se seu forno for forte pode até deixar a porta entreaberta pra não esquentar tanto. – Os chips ficam deliciosos só com azeite e sal, mas você pode acrescentar qualquer condimento em pó que te agrade como páprica, curry, lemon peper, etc. – Nesse dia eu usei couve crespa, mas dá super certo com couve manteiga também. – Fique atento ao forno porque depois de ficar crocantes as folhas queimam rapidamente.

O único defeito dessa receita é fazer qualquer um devorar um maço inteiro de couve num piscar de olhos!!

Experiência #1: Invenção da Paisagem – Segunda edição

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Graças ao sucesso da primeira edição, trazemos mais uma oportunidade para os que perderam conhecerem o trabalho maravilhoso da Alessandra e as nossas comidinhas fantásticas!

A Lubie une comida, arte e pessoas criativas. A elaboração de um espaço-tempo múltiplo para ser vivenciado com inteireza. Propomos que a experiência gastronômica seja também estética. Não só estimule atos de consumir e contemplar mas engaje todos os modos de percepção do corpo, inclusive seus afetos, memória e pulsação intuitiva. Nosso projeto é sobretudo um lugar de encontro e reinvenção do cotidiano.

Por isso trouxemos ao nosso público Experiências Lubie. São eventos em que criamos com carinho um diálogo entre comida e arte. Experiência #1 traz o tema da ‘Invenção da Paisagem’: A partir dos trabalhos em pintura e fotografia da artista convidada Alessandra Duarte elaboramos um cardápio que dialoga com seus conceitos de textura, cor e utopias da modernidade. Os pratos exploram a invenção da comida de São Paulo, cidade de origem e fonte de inspiração da artista.

Junte-se a nós nessa experiência! Conheça Lubie!

A Experiência inclui:
– Exposição de obras e conversa com a artista Alessandra Duarte em uma casa maravilhosa na Vila Mariana
– Almoço de cinco tempos
– Bebidas não alcoólicas

Pacote de coquetéis:
– 4 coquetéis preparados com bebidas premium para acompanhar o almoço

Valores:
Experiência- R$ 130,00 por pessoa
Pacote de coquetéis- R$ 70,00 por pessoa

São apenas 20 pessoas, garanta seu lugar antes que acabe!

Para comprar seu ingresso ou esclarecer qualquer dúvida mande um e-mail para leonora@lubie.com.br

Sorvete de banana de dois ingredientes

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Comecei a fazer esse sorvete porque estava de regime sem comer açúcar, mas ele é tão docinho e delícia que ficou para a vida. É quase mágica ver a banana congelada se transformar num creme gelado e levinho, quem já tentou fazer sorvete sabe a dificuldade de chegar nesse tipo de textura. Apesar de não ter açúcar nem nenhum outro tipo de adoçante adicionado ele é doce de verdade, que chega a enjoar de tão doce se inventar de querer comer demais.

Para preparar é a coisa mais simples do mundo: Congele a banana bem madura em rodelas médias e bata com um pouco de leite de coco (cerca de 1/3 de vidro para 2 bananas) em um processador ou mixer. Alguns alertas: a banana tem que ser muito muito madura, naquele ponto de quase passar pra dar a doçura necessária para o sorvete. O leite de coco tem que ser mais grossinho porque o que queremos dele aqui é a gordura. Depois de bater é só voltar para o freezer por cerca de meia hora pra firmar e servir.

Nesse caso eu adicionei framboesa congelada e cobri com amêndoa laminada e granulado de chocolate meio amargo, mas as opções são muitas:

  • Para misturar no sorvete: framboesa, morando, amora, blueberry, manga, maçã, pêssego, maracujá, cacau em pó, cravo e canela em pé, gengibre. As frutas para serem batidas junto também devem estar congeladas para chegar na textura certa de sorvete, creme de amendoim (ou de qualquer outra amêndoa).
  • Para jogar por cima: Chocolate granulado, lâminas de amêndoa, chips de coco, paçoca esfarelada, castanha de caju picada, castanha do pará (na verdade qualquer tipo de castanha), chia, nibs de cacau, granola, mais frutinhas pequenas ou picadas.

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Meu chazinho salvador da garganta

Depois de um longo histórico de antibiótico mais de duas vezes por ano comecei um esforço para evitar a amidalite e sinusite a qualquer custo. No inverno seco de São Paulo a situação se complica um pouco, mas faço esse chá sempre que começo a ficar com o nariz entupido ou a garganta pegando e já estou no segundo ano sem febre e toneladas de remédios.

A canela age contra fungos e bactérias e é indicada para combater inflamação da garganta.

O limão tem muita vitamina C, que ajuda a curar e prevenir gripes, e propriedades antibacterianas.

O gengibre é bom para combater infecções e aliviar dores.

O anis estrelado tem ação expectorante, espasmódica, carminativa, estomática e antisséptica, sendo indicado contra tosse e bronquite.

O cravo tem propriedades antissépticas, anti-inflamatórias e expectorantes e alivia a tosse.

O mel é anti-inflamatório e alivia a tosse.

Sempre dou uma de vovózinha recomendando esse chá por aí e ultimamente algumas pessoas que experimentaram têm falado que ele é delicioso, então resolvi postar.

Ingredientes:

2 paus de canela grandes

3 limões (bem lavados)

Um pedaço bem grande de gengibre

Um punhado de cravos

4 anis estrelados

Mel a gosto

Modo de preparo:

Corte um limão em fatias e esprema o suco dos outros dois. Descasque e pique o gengibre. Coloque em uma panela pequena ou leiteira: canela, limão fatiado, gengibre, cravo e anis e complete com água (mais ou menos 1 litro para essa quantidade de ingredientes). Deixe ferver por cinco minutos após levantar fervura, então desligue o fogão e deixe descansar por pelo menos mais cinco minutos. Termine o chá acrescentando o suco de limão e bastante mel. Vá provando até achar a quantidade que mais te agrada. Eu coloco meio pote de mel para cada receita dessa.

 

Essa é a receita básica. Pode acrescentar outros ingredientes que você goste e que tenha a mão. Tem gente que costuma fazer com alho, eu pessoalmente não coloco por causa do gosto mesmo. Fica delicioso com abacaxi e eu já adicionei também equinácea e unha de gato.

Para quem é old school (ou bêbado) vale colocar uma dose de cachaça na caneca antes de servir o chá. Os veganos podem substituir o mel por melaço, xarope de agave ou açúcar de côco.

ALERTA!! Eu não tenho conhecimento técnico nenhum sobre saúde, e esse post jamais deve substituir o atendimento médico adequado. Isso é apenas uma receita de chá com ingredientes que podem ser encontrados em qualquer cozinha e que sabidamente ajudam a combater sintomas de gripes, resfriados e dor de garganta. Se estiver com sintomas persistentes e principalmente febre procure um médico imediatamente.

Bar do Pescador

Vou inaugurar as resenhas de bares e restaurantes com o meu boteco do coração<3.

O Bar do Pescador tem todas as qualidades que eu busco para minhas saídas cotidianas: Cerveja boa por um precinho bem amigo, comidas bem feitas também baratas, fácil acesso por ônibus e metrô e zero de afetação. Não consigo nem contar quantos pints eu já tomei nessas mesas.

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Eles servem chope Dama, sempre tem 4 estilo que variam de uma semana para outra. O meu preferido é o American Lager: levinha pra aguentar tomar bastante e no calor, mas com cítrico bem pronunciado e aquele toque amargo maravilhoso de uma cerveja belamente lupulada. Um ótimo exemplo de lager de qualidade. Também servem uma boa variedade de cervejas especiais mas eu sempre fico no chope pelo custo benefício imbatível.

A melhor parte desse lugar é a promoção de chope em dobro, que rola de terça a sábado das 16:00 às 23:59 e domingo das 19:00 às 03:00. Com certeza a melhor promoção de happy hour do mundo!

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No dia que eu tirei essas fotos comemos em 3 pessoas uma porção de calabresa que tava gostosa, vem com pãozinho fresco e custou R$ 22,00. Outras porções que já experimentei foram a de contra-filé (R$ 26,00) e a batata frita (R$ 20,00), todas são gigaaaantes e bem feitinhas. Também já comi muito misto quente (R$ 10,00) que é sucesso, no pão francês fresco e bem montado. Os salgados enormes saem por R$ 4,00. Nunca experimentei mas vários amigos comem e o feedback é positivo.

O ambiente não é nada demais, um boteco simples, mas com cerveja boa e petiscos bons com esse preço quer mais o que né? Com 30 reais dá pra tomar um litro de chope bom e ainda comer um salgado!

O bar fica na rua Augusta, 946 (um pouco abaixo da Peixoto Gomide) Veja a página do Facebook deles aqui.

Recomendadíssimo!!!

(fotos minhas e da página deles)

Violência, arte e lixo

Violência, assim como arte e lixo, é uma questão de contexto. Demonstrando de uma forma lógica e simples:

No caso da arte- O contexto histórico e cultural conferem significado às obras no âmbito estético e/ou discursivo. Existem inúmeros exemplos que ilustram esse conceito, um dos mais conhecidos sendo a obra Fonte de Marcel Duchamp. Em qualquer outro contexto seria apenas um urinol, mas ao ser colocado em uma exposição adquiriu outra dimensão de sentido.

No caso do lixo- O contexto normalmente se refere ao entorno e à utilidade. Um fio de cabelo preso na cabeça (no lugar esperado) é bom, um fio de cabelo na comida é lixo. Uma impressora que funciona é uma impressora, uma outra que para de funcionar e portanto não tem mais utilidade é lixo.

No caso da violência- O contexto se refere a consentimento. Um tapa consentido não é violência, como é fácil verificar nas práticas BDSM ou em diversos esportes (artes marciais e outros tipos de luta esportivas). Já um toque ou beijo não consentido é violência, inclusive vale lembrar que a definição do crime de estupro não se limita à penetração, contemplando uma gama muito mais ampla de atos libidinosos sob coerção.

Apesar do contexto ser importante pra atribuir significado a tantos aspectos da interação humana e seus produtos observamos uma dificuldade impar no entendimento da violência contra a mulher, tantas vezes minimizada e desconsiderada. Isso não pode ser explicado por uma diferença de interpretação, uma vez que qualquer homem saberá identificar como violência se outro o tentar beijar ou acariciar à força. A diferença está na mulher ser conceituada socialmente como um objeto a ser possuído e portanto desprovida de humanidade, de agência e do direito de consentir ou negar.

Em qualquer discussão posterior a casos de estupro vemos uma sanha punitivista e vingativa quase selvagem, que separa o perpetuador do restante da sociedade e o identifica como elemento aberrante, quando nada poderia estar mais longe da verdade. Não vou tentar comentar decisões judiciárias pois não possuo conhecimento teórico algum para tal e existem diversos juristas capacitados que já o fizeram. Só sinto necessidade de pontuar que apesar de compreender a fúria, este problema não é individual portanto a solução também não será. Enquanto a construção da feminilidade e masculinidade mantiver essa configuração violenta e desigual nenhuma mulher estará a salvo.

 

Cookies de chocolate meio amargo com castanha do pará e côco

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A receita de sexta-feira tarda mas não falha!

Essa receita de cookies está na minha vida a mais de quinze anos. É uma receita de família (embora não seja da minha família) que eu copiei de um caderninho amarelado e escrito a mão, com a devida autorização da dona, é claro! Enfim, já fiz essa receita milhares de vezes, já levei pra festas, já dei de presente e inclusive vendo esses cookies por encomenda. Estou postando aqui porque sou a favor de compartilhar todas as receitas.

Ingredientes:

330 gr de farinha de trigo

1 col. chá de bicarbonato de sódio

1 col. chá de sal

150 gr de manteiga sem sal

150 gr de açúcar

130 gr de açúcar mascavo

1 col. chá de extrato de baunilha

2 ovos

500 gr de gotas de chocolate meio amargo (ou chocolate picado)

135 gr de castanha do pará picada

50 gr de côco ralado grosso

Modo de preparo:

Bater os ovos com o açúcar e acrescentar a manteiga e a baunilha. Juntar os outros ingredientes secos peneirados. Acrescentar o chocolate, a castanha e o côco sem bate (misturar com uma colher ou espátula. Colocar as colheradas numa forma forrada com papel manteiga, deixando espaço pois a massa se espalha. Assar no forno pré aquecido a 230 graus centígrados por 12 a 15 minutos. Retirar do papel manteiga com uma espátula, deixar esfriar completamente e guardar em pote bem fechado por até 10 dias.

Dicas:

Ovos e manteiga devem estar em temperatura ambiente.

Mais tempo = cookie mais crocante / menos tempo = cookie mais macio

Quando quentes eles ficam moles então cuidado para não assar demais.

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O segredo desse cookie é usar ingredientes de qualidade e muito chocolate e ficar atento ao ponto. Essa receita é a completa com todas minhas dicas e segredos. Tem gente que mesmo com todas essas informações fala que o cookie não fica a mesma coisa, que o meu é melhor. A única explicação é que eu tenho anos de teste com essa receita e sempre faço com o maior amor e carinho. De qualquer forma para quem quiser que eu faça é só encomendar comigo!

 

Experiência #1: Invenção da Paisagem

A Lubie une comida, arte e pessoas criativas. A elaboração de um espaço-tempo múltiplo para ser vivenciado com inteireza. Propomos que a experiência gastronômica seja também estética. Não só estimule atos de consumir e contemplar mas engaje todos os modos de percepção do corpo, inclusive seus afetos, memória e pulsação intuitiva. Nosso projeto é sobretudo um lugar de encontro e reinvenção do cotidiano.
Por isso trouxemos ao nosso público Experiências Lubie. São eventos em que criamos com carinho um diálogo entre comida e arte. Experiência #1 traz o tema da ‘Invenção da Paisagem’: A partir dos trabalhos em pintura e fotografia da artista convidada Alessandra Duarte elaboramos um cardápio que dialoga com seus conceitos de textura, cor e utopias da modernidade. O jantar explora a invenção de pratos representativos de São Paulo, cidade de origem e fonte de inspiração da artista. Junte-se a nós nessa experiência! Conheça Lubie!

A Experiência inclui:
– Exposição de obras e conversa com a artista Alessandra Duarte em uma casa maravilhosa na Vila Mariana
– Jantar de cinco tempos
– Bebidas não alcoólicas

Pacote de coquetéis:
– 4 coquetéis preparados com bebidas premium para acompanhar o jantar

Valores:
Experiência- R$ 130,00 por pessoa
Pacote de coquetéis- R$ 70,00 por pessoa

São apenas 20 pessoas, garanta seu lugar antes que acabe!

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